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2014-07-16 - Chico Whitaker: Energia para que, para quem e como?
 

Folha de S.Paulo

Chico Whitaker: Energia para que, para quem e como?

16/07/2014   02h00

Algo inusitado está para ocorrer em Brasília: um fórum social temático inserido no processo do Fórum Social Mundial, que aponta que outro mundo é possível.

Durante quatro dias, de 7 a 10 de agosto, a Universidade de Brasília acolherá encontros dos mais diversos sobre a questão da energia. Autônomo em relação a governos e partidos e organizado pela sociedade civil, o evento será constituído de baixo para cima: as atividades serão preparadas pelos movimentos sociais que questionam a matriz energética brasileira.

O tema é oportuno e urgente, sobretudo frente à insanidade de muito do que se faz em nosso país para se obter energia. Ao mesmo tempo em que o governo aumenta nossas contas de eletricidade, também constrói grandes barragens –"as maiores do mundo"–, que inundam extensos territórios da Amazônia e destroem sua biodiversidade, além de expulsar ribeirinhos, pescadores e indígenas de suas moradas. O governo investe em usinas movidas à carvão e petróleo, que contribuem para o efeito estufa e o consequente aquecimento global. Ameaça construir mais usinas nucleares, com seus riscos de acidentes e seu lixo radioativo legado às futuras gerações e destina grandes extensões de terra –que deixam de servir à lavoura de alimentos– para produzir etanol para carros paralisados nos congestionamentos de nossas cidades.

Mesmo quando o governo e o setor privado querem inovar, é ruim o modo como as coisas são feitas. Empresas implantam parques eólicos que desrespeitam impunemente os direitos daqueles que seus tratores encontram pela frente. Quando finalizam as construções, não raro deixam suas hélices girando sem que a eletricidade produzida seja conectada em algum sistema de distribuição. E há o pré-sal, apresentado como bem-vinda fonte de recursos, que contribuirá significativamente para a continuidade do modelo já condenado de queima de combustível fóssil. Por fim, desperdiça-se dinheiro em grandes obras destinadas ao atendimento prioritário das necessidades energéticas de empresas nacionais e internacionais de mineração.

Enquanto isso, no resto do mundo, já se busca uma transição para matrizes de produção descentralizadas de energia e o pleno uso de fontes renováveis como o sol, o vento e as marés. E ganha cada vez mais espaço a preocupação com a eficiência energética, que diminui o desperdício.

Está na hora de a sociedade civil mostrar aos tecnocratas do governo e às empresas que cometem cada vez mais crimes ambientais e sociais que é preciso questionar seriamente: energia para que, para quem e como?

O momento é mais do que oportuno: no intervalo entre o fim da Copa do Mundo e o início oficial da campanha eleitoral. Os candidatos precisam se posicionar em relação ao tema e abrir um processo responsável de discussão.

Mais de 30 entidades e movimentos sociais promovem esse grande encontro. No site do Fórum Social Temático - Energia, é possível obter informações e inscrever atividades. No encerramento do encontro, os participantes poderão comunicar à população de Brasília os resultados dos debates e realizar uma feira com as muitas iniciativas de produção descentralizada de energia que acontecem no Brasil. Um domingo que será marcado pela esperança de que entremos, pelo impulso da sociedade civil, em uma nova etapa no enfrentamento da questão energética em nosso país.

CHICO WHITAKER, 83, é membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz e da Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares

 

   
2014-07-16 - INVITATION – Forum social thématique sur l’énergie
 

http://fst-energia.org/fr/faits-saillants/carta-convite/

INVITATION – Forum social thématique sur l’énergie

Cher-e-s ami-e-s,

Nous invitons votre réseau / organisation / mouvement à participer au Forum Social Thématique sur l’Energie (FST-Energie), qui aura lieu du 7 au 10 août 2014 à Brasilia, DF, Brésil. Ce Forum, de dimension internationale, a pour titre : “Energie : pour quoi ? pour qui ? comment ?”

Le Brésil et le monde ont besoin d’un débat large et urgent sur les matrices énergétiques utilisées : hydroélectrique, thermoélectrique, énergie nucléaire, énergie fossile, et sur leur opposé : l’efficacité énergétique et l’énergie générée par des sources plus propres, écologiquement et socialement soutenables, comme le soleil et le vent.

Cette thématique est fortement liée avec les défis du changement climatique qu’il s’agit
d’affronter et qui sont source de souffrance et de mort d’un nombre croissant de personnes, et avec l’urgence d’accords internationaux qui devraient avancer lors de la COP20 à Lima, Pérou, en décembre de cette année.

La méthodologie de ce Forum est celle des Forums Sociaux Mondiaux. Elle cherche a renforcer les liens entre les mouvements sociaux qui luttent pour de nouveaux modes de vie et de relation entre les humains et avec la nature, dans une perspective de justice sociale et écologique. Une des dimensions principales est celle de la décentralisation du pouvoir, tout comme la décentralisation de la production et utilisation de l’énergie, par la valorisation des sources disponibles sur chaque territoire et avec la participation des familles, communautés et peuples.

Dans cette méthodologie, les activités sont autogérées et organisées par les participants, qui définissent leurs thèmes et leurs besoins en termes d’espaces, de temps et de méthode. Le Collectif de Facilitation du Forum a seulement pour rôle de préparer l’infrastructure nécessaire à la réalisation de ces activités, sans interférer sur les choix de contenu/méthode, et en donnant la même importance à toutes les activités.

Le FST-Energie respectera la Charte des Principes du FSM, qui le définit comme une initiative de la société civile, autonome par rapport aux partis, gouvernements et entreprises. Ainsi, le FST-Energie fera partie du processus du FSM, dans le cadre duquel plus de 40 Forums Sociaux Nationaux, Régionaux ou Thématiques seront réalisés durant l’année 2014, dans différents pays.

Pour participer et obtenir de plus amples informations, écrivez à fst.energia@gmail.com.

Les organisations qui lancent cette initiative sont les suivantes:

- Amazon Watch
- Articulação Antinuclear Brasileira
- Cáritas Brasileira
- Cidade Verde UNB
- Conselho Indigenista Missionário
- Comissão Brasileira de Justiça e Paz
- Comitê em Defesa de Territórios Frente à Mineração
- Conselho Pastoral dos Pescadores
- Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social
- IBASE
- International Rivers
- Marcha Mundial do Clima
- Movimento dos Pequenos Agricultores
- Movimento Paulo Jackson
- Movimento Tapajós Vivo
- Movimento Xingu Vivo para Sempre
- Pastorais Sociais da CNBB
- Secretaria do Meio Ambiente da CUT Nacional
- Rede Jubileu Sul Brasil
- SOS Clima Terra

   
2014-07-10 - Chico Whitaker - Agentes de Cidadania
 

Publicado em 10/07/2014

Depoimento do arquiteto Chico Whitaker para o programa Agentes de Cidadania da Voz do Cidadão sobre a importância de uma maior transparência do poder público sobre os riscos reais das usinas nucleares

 

   
2013-11-27 - Intervenção na Audiência Publica do Senado sobre o nuclear
 

Chico Whitaker, ativista da Coalizão por um Brasil livre de usinas nucleares, defende a proibição de usinas nucleares e a desativação das já existentes e fala dos riscos desse tipo de tecnologia.

Chico participou dia 27/11/2013 da audiência da Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado, que discutiu o projeto de lei do senador Cristóvam Buarque pela suspensão da construção de novas usinas num prazo de 30 anos no Brasil.

 

   
 
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